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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Assim

Teu amor,
deve ser o melhor e mais doce de todos,
não é amor chato,
sério,
comum,
é aquele meio sem jeito,
novo,
simples.
Quem disser que há limites, não te conhece amor
o finito não te pertence, nem te vê
Segure minha mão, amor
você já sabe qual música ouvir,
os segredos a guardar,
as palavras pra dizer,
quando calar para ouvir
os presentes para se dar,
as datas para lembrar,
o melhor e pior de mim.

Então fique,
eternize-se,
perpetue-se,
esqueça o tempo...
segure minha mão!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Dias

Os dias são contados por um cara chamado calendário, unidos de forma repetida até somarem 365.
Família grande sem criatividade para nomes, cinco mulheres, segunda, terça, quarta, quinta e sexta, e apenas dois homens sabádo e domingo. Criados de forma rotineira pelo transpor da noite para o dia.
Tem uns que se tornam:

Marcantes - dia de nascer;
Sem fim - dia de adoecer;
Torturantes - dia de vestibular;
Esperados - dia de festa;
Menos esperados - dia de morrer;
Sem graça - dia a só;
Vazios - dia de férias;
Cheios - dia de mar;

Nós organizamos frente ao amanhã, participando de um ciclo de recomeço sem percepção, todos temos os mesmos dias, pelo menos no calendário todos os dias são comuns.
Use a vida para renomear seus dias!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Breve

 

A vida sabe onde começar e onde acabar, não espera sua decisão nem sua vontade. Existe sem sua necessidade, transpõe o conceito real e alcança fins menos palpáveis.

Você não sabe se este momento vai estar sob os olhos da noite ou na clara luz do dia, desperdiçando calor para aquecer o já frio corpo. Com qual roupa vai estar, como vai estar de humor. Só sabemos realmente que existirá uma pergunta a ser feita, essa é a hora certa? Nunca saberemos se já fizemos tudo que se há de fazer nesse mundo, talvez tivéssemos um saldo maior de sorrisos, lágrimas, gritos, abraços, beijos para se gastar.

Não há fuga, e acho que você já sabe disso. Quem decide? É uma decisão? algo regido pela coincidência? Talvez não devamos pensar somente no provável ou explicável, seria amedrontador limitar a vida somente ao aqui e ao agora, assim perdemos a posteridade.

Pensando bem, parece que sempre estamos nas mãos de alguém, que a qualquer momento a mão que nos sustenta fecha-se e pronto, você nem consegue acabar de ler isso. Manipulação ou independência, como a vida acontece cada um que escreva sua resposta, mas toda resposta vai sempre de encontro a uma correção.

Assim só há duas vias para se deixar a vida, uma de forma súbita e muitas vezes trágica apenas parando-se os passos, a antecipação, e outra mais natural, viver até chegar ao fim, parar e esperar o que vem agora. Então metaforicamente, porque não entender que nosso corpo é uma simples vela, que a vida é o fogo do uso e a morte sabiamente, pode ser compreensiva e esperar a vida consumir o corpo até o fim ou ser traiçoeira, e através de um sopro apagar a nossa existência.

domingo, 7 de junho de 2009

Observando o Tempo

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